
Jean-Luc Aegerter fundou o Domaine Aegerter em 1994, em Nuits-Saint-Georges, com a aquisição do primeiro hectare da família. Paul Aegerter, filho de Jean-Luc, representa modernidade e crescimento, expandindo a propriedade para 14 hectares próprios e unindo-se à Maison Clavelier, trazendo novas AOCs da Borgonha ao grupo. Paul é jovem, habilidoso, inquieto e criativo, buscando terroirs além da Borgonha e incorporando vinhos do Languedoc, Rhone e Provence. Hoje, a Maison como um todo conta com mais de 40 AOCs e desenvolve projetos criativos e originais.
A gama «Signature AA» é uma seleção de Jean-Luc e Paul Aegerter de vinhos frescos e ensolarados, pensados para serem apreciados em qualquer ocasião. Esses vinhos mesclam uvas provenientes das encostas ensolaradas do Languedoc, entre Narbonne e Carcassonne, com 30% de uvas da Borgonha. O resultado é o equilíbrio perfeito entre a potência da fruta madura do Sul da França e o frescor e a energia da região mais nobre do país.
Seleção de
Vinhos
Conceito
Aegerter Domaines & Signatures
As diferentes formas de fazer vinho na Terra Santa
Na Borgonha existem basicamente três modelos de negócio. Os domaines que cultivam suas próprias uvas e produzem o vinho do início ao fim, refletindo diretamente o terroir da propriedade. As maisons que compram uvas ou mosto de diferentes produtores e elaboram o vinho em sua própria vinícola. E há ainda negociantes que compram o vinho já pronto e fazem apenas a élevage, etapa de amadurecimento, antes de engarrafar e colocar o rótulo no mercado.
O brilho do Languedoc
Durante muito tempo, o Languedoc foi conhecido por produzir vinhos simples e em grande volume. Mas isso mudou. Uma nova geração de produtores passou a focar em qualidade, rendimentos menores e práticas mais cuidadosas no vinhedo. Somado a isso, a região tem enorme diversidade de solos, muita luz e influência do Mediterrâneo. O resultado são vinhos expressivos, com identidade e ótimo custo-benefício — por isso o Languedoc vive hoje uma fase de grande ascensão.
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