2024

Pouilly-Fuissé “Les Chataigniers” Château de Beauregard 2004 (1er Cru)

2004 foi uma safra histórica no vinhedo das Castanheiras, maturação perfeita das uvas e a evolução de mais de 20 anos em garrafa deixa esse Chardonnay no apogeu de sua vida, melhor momento para consumo. 

Proveniente do climat “Les Châtaigniers”, 1er Cru “Les Vignes Blanches” desde 2020, este Pouilly-Fuissé nasce em encostas íngremes voltadas para leste, acima do vilarejo de Fuissé, no coração do Mâconnais. Os vinhedos estão plantados sobre solos rasos, extremamente pedregosos e ricos em calcário jurássico, terroir que confere mineralidade, tensão e profundidade ao vinho. As uvas são fermentadas com leveduras indígenas em barricas de 228 litros, onde amadurecem por 12 meses com as borras finas, seguido de alguns meses em tanque de aço inox permitindo maior integração e precisão aromática. 

“Esta é a segunda maior parcela em Beauregard, situada sobre argila e marga… É um daqueles vinhos que você simplesmente quer continuar cheirando… começa com aromas florais intensos, como madressilva e flores. No paladar, é harmonioso, com sabores generosos de ameixa amarela, framboesa branca e um leve toque de brioche.” Christy Canterbury MW para timatkin.com em TOP 15 Mâconnais Producers

750ml

Produtor:

Joseph Burrier – Château de Beauregard

Prática:

Natural

País/Região:

França, Borgonha – Maconnais, Pouilly-Fuissé

Blend/Varietal:

100% Chardonnay

Amadurecimento:

Fermenta e amadurece parcialmente em barrica de 228 litros por 12 meses

Grad. alcoólica:

13%

Código de barra:

3701490 604361

SOBRE O

Produtor

Com mais de cinco séculos de tradição no sul da Borgonha, a família Burrier consolidou-se como uma das mais respeitadas referências vitivinícolas da França. Proprietários de 60 hectares distribuídos entre Mâconnais e Beaujolais, administram ícones como o Domaine Joseph Burrier e o histórico Château de Beauregard, conduzido pela família há sete gerações desde 1854. A filosofia da casa combina precisão, sustentabilidade e profundo respeito ao terroir, com práticas agrícolas que evitam químicos, vinificando sem intervenção, estimulando a biodiversidade e tratando cada parcela com um cuidado quase artesanal. Uma verdadeira “Alta Costura” da viticultura. 

Os brancos de Maconnais, reconhecidos pela complexidade e notável capacidade de envelhecimento, passam longos períodos em barrica. Enquanto os Beaujolais, são trabalhados “à la bourguignonne”, sem sufitos, reivindicando os nomes dos lieux-dits nos rótulos e focando quase que 100% nos Crus de Beaujolais sempre vinificando com 50% a 70% de desengace.

“Uma das referências de elegância e precisão do sul da Borgonha.” Jancis Robinson

A revista Decanter publicou recentemente uma matéria inteira chamada “Why Burgundy lovers should keep their eyes on this southern star” (“Por que amantes da Borgonha devem manter os olhos nesta estrela do sul”). O autor Charles Curtis MW, um dos maiores especialistas em Borgonha do mundo, identifica o Maconnais como “um dos lugares mais excitantes da Borgonha”, “a grande fonte de valor da Borgonha moderna”, “uma região em plena redescoberta qualitativa”, ou seja, o novo Ouro da Borgonha vem do Sul.

ilustração

Sensorial

Corpo
Acidez
Tanino
Fruta
Madeira

impressões do

Sommelier

Evolução perfeita, coloração dourada e uma imensidão de aromas que transbordam da taça. Este Pouilly-Fuissé, AOC dos Chardonnays mais maduros e encorpados da Borgonha, revela grande intensidade e complexidade aromática, combinando notas de mel, frutas cítricas cristalizadas e frutas secas com delicadas nuances tostadas e amanteigadas. Se mostra muito intenso ao começo e vai se transformando na taça trazendo aromas de castanhas, brioche e muita mineralidade calcária, trazendo profundidade e elegância.

“Um bouquet bem definido, com frutas amarelas, terra úmida e leves notas de pedra triturada que surgem com o tempo. O paladar é bem equilibrado… bom peso e uma textura levemente cremosa em direção ao final. Bastante amplo e denso em boca — consigo imaginar este vinho se tornando um Pouilly-Fuissé muito sedutor.” Neal Martin MW para Vinous

Gabriel Raele

Melhor Sommelier de Vinho de São Paulo
2018 eleito pela ABS – SP (Associação Brasileira de Sommeliers)
2019 eleito pela GoWhere Gastronomia

Serviço e

Harmonização

Sua estrutura e complexidade permitem harmonizações sofisticadas, especialmente com lagosta assada, lagostins, vieiras grelhadas e peixes ao molho beurre blanc. Também acompanha perfeitamente aves com molhos cremosos e cogumelos morel, risotos delicados, massas amanteigadas e queijos maturados como Comté e Beaufort.

Deve ser servido bem fresco, entre 6 e 8 C. Um balde de gelo caprichado, por 20 minutos, vai ajudar a manter a temperatura de serviço ou 1 hora no congelador para atingir essa temperatura.

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